UNG | Ser Educacional
08 Agosto
Colação
Mais uma turma de Radiologia formada
Por Celso Alves

Mais uma turma do curso de Radiologia formada. Muita alegria e satisfação dos professores e alunos que estiveram presentes.

Parabéns a todos e muito sucesso!

 

 

11 Julho
Conquista
Ex-alunos no mercado de trabalho
Por Celso Alves

Atuação dos egressos do cuso de Radiologia, exercendo sua função em um dos maiores centros de diágnostico por imagem de São Paulo, que exige a indicação dos melhores profissionais da áreas.

Parabéns, Radiologia UNG. 

 

 

 

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04 Julho
Destaque
Ex-aluno UNG no mercado de trabalho
Por Celso Alves

História de pessoas que conseguiram realizar o curso de Radiologia, com seu esforço, e agora podem atuar no mercado de trabalho. Aquilo que foi projetado no passado e hoje é uma realidade.

É o caso da ex-aluna Rita que atua em um grande centro de diagnóstico por imagem. Parabéns. 

 

 

 

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21 Junho
VISITA TÉCNICA
Alunos visitam IPEN
Por Celso Alves

Os alunos do 3º semestre do curso de Radiologia foram acompanhados pela professora Daniela Campos ao Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) São Paulo. Os estudantes conheceram os setores de Radioisótopos, Radiofarmácia e Rejeitos Radioativos.

12 Junho
Festa
Confraternização da turma de 1º módulo Radiologia
Por Celso Alves

Confraternização com a turma do 1º Semestre da Radiologia. Alegria depoi das notas divulgadas e pacto de todos ao retorno do próximo semestre e finalização do curso.

À frente, Radiologia!

17 Abril
VISITA EXTERNO
Alunos realizam visita técnica ao HC
Por Celso Alves

Alunos do curso de tecnólogo em Radiologia, visitaram e acompanharam o atendimento do Hospital das Clínicas, seu fluxo e sua rotina. O professor Ronaldo Bezerra Reis foi responsável por realizar o acompanhamento com os alunos mostrando todo a logistíca do atendimento e os Equipamentos do Diagnóstico por Imagem. Mostrando a rotina dos futuros profissionais em um dos maiores centro Ortopédicos de referência na América do Sul.

28 Março
Exames
A importância dos profissionais de radiologia nos exames
Por Celso Alves

Estatísticas preocupantes reforçam a necessidade de conscientizar a sociedade sobre a seriedade do exame

Resultado de alterações genéticas em determinado conjunto de células da mama, o CÂNCER DE MAMA é o segundo tipo mais frequente no mundo. As estatísticas que envolvem a doença se tornam cada dia mais alarmantes: a taxa de mortalidade no Brasil é crescente, isso porque a doença é diagnosticada na maioria dos casos em estágio avançado. 

Segundo dados da Agência Internacional para a Pesquisa do Câncer, agência da Organização Mundial da Saúde, 1 a cada 4 tipos de câncer que afetam as mulheres é de mama. Em 2012, ano do último relatório mundial publicados pela agência, a taxa de incidência desse tipo de câncer era de 1,6 milhão de casos entre mulheres. 

O Inca (Instituto Nacional de Câncer) estima que em 2016 ocorreram 57.960 casos de câncer de mama entre mulheres no Brasil. Esse é o segundo tipo de tumor maligno mais incidente entre as brasileiras, atrás apenas do câncer de pele não melanoma. De incidência mais rara, o câncer de mama também pode afetar homens. 

A maior dificuldade em diagnosticar a doença e oferecer um tratamento rápido e eficaz ao paciente é a ausência de sintomas que o câncer de mama apresenta em sua FASE INICIAL. Vale lembrar que quanto antes o câncer é identificado, mais altas são as taxas de sucesso no tratamento. A gravidade da doença corrobora a importância dos exames preventivos. De acordo com o Inca, a taxa de sobrevida após 5 anos (porcentagem de pacientes que vivem pelo menos 5 anos após o diagnóstico) é maior quando a doença é detectada em seus estágios iniciais de desenvolvimento. A Sociedade Brasileira de Mastologia recomenda que o exame de mamografia seja feito em mulheres a partir de 40 anos e com periodicidade anual.

Único exame capaz de detectar uma lesão cerca de cinco anos antes de ela tornar-se palpável, isto é quando ainda está na fase de MICROCALCIFICAÇÃO, a MAMOGRAFIA é o principal exame para o diagnóstico precoce do câncer de mama. 

É imprescindível que o exame seja realizado por um profissional qualificado e habilitado nas técnicas radiológicas, sendo ele um técnico ou tecnólogo em radiologia.

A função deste profissional não é apenas a realização do exame, mas sim CONSCIENTIZAR o “paciente” (cliente) em relação à importância da qualidade da imagem para um bom diagnóstico médico. Para isto, o profissional das técnicas radiológicas deve acolher o paciente, explicando claramente todos os procedimentos e posicionamentos mamográficos que serão realizados.

A compressão mamária é fundamental para o diagnóstico, sendo necessária uma compressão na mama de aproximadamente 11 a 18 quilogramas de força. Desconfortável para o paciente, a compressão é necessária para uniformizar e reduzir a espessura da mama, que deve ficar entre três e oito centímetros de espessura. A compressão reduz a distância entre a mama e o cassete, melhorando a nitidez da imagem; separando as estruturas no interior da mama e diminuindo a probabilidade da lesão ser obscurecida por superposição de tecido normal. A redução da espessura da mama também resulta em menor dose de radiação dispersa, além de imobilizar a paciente evitando que a mesma se movimente e prejudique a qualidade do exame.

Ressaltamos que o exame de mamografia é o principal exame para o diagnóstico precoce do câncer de mama não só em mulheres, mas também em homens.

Fonte: Professora Maricéu Cunha de Campos
Membro da Comissão de Educação do CRTR-SP, Técnica e Tecnóloga em Radiologia, Especialista em Didática do Ensino Superior e Gestão Estratégica de Negócios e Mestre em Farmácia

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14 Março
Palestra
Visão Geral do Conselho Regional de Tecnólogos e Técnicos em Radiologia
Por Celso Alves

O Conselho Regional de Técnicos e Tecnólogos em Radiologia atravéz de seu Supervisor vem trazer orientações sobre a Ética da Profissão e os principais Paradigmas relacionados a profissão, mercado de trabalho, a inclusão do profissonal da área do diagnóstico por Imagem.

Participem.

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09 Fevereiro
Obstrução Intestinal
Abdome Agudo
Por Celso Alves

Abdome agudo é definido como uma síndrome caracterizada por dor abdominal difusa de início súbito que necessita de intervenção médica, clínica ou cirúrgica, de urgência. É uma das síndromes clínicas mais comuns encontradas na prática médica e que exige abordagem rápida e precisa. O diagnóstico etiológico é de extrema importância uma vez que o atraso na sua determinação resulta na implementação tardia do tratamento e consequente piora do prognóstico do paciente, aumentando a sua morbidade e mortalidade. Os métodos de imagem têm papel fundamental neste processo de diagnóstico. A radiologia convencional foi, e ainda é, utilizada na abordagem diagnóstica; todavia novos métodos como a ultrassonografia e a tomografia computadorizada, cada vez mais, vêm assumindo o papel fundamental, associado aos dados clínicos, no diagnóstico rápido e não invasivo. O objetivo deste capítulo é apresentar, de forma sistematizada e simplificada, a abordagem por imagem das principais causas do abdome agudo não traumático. O tema está apresentado e dividido em três grandes grupos: causas inflamatórias (apendicite, diverticulite, pancreatite, colecistite, apendagite epiploica primária, urolitíase e pneumoperitônio), causas obstrutivas (obstrução intestinal, intussuscepção e corpo estranho) e causas vasculares (infarto omental e infarto mesentérico).

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09 Fevereiro
Guarulhos
A descoberta dos Raios x
Por Celso Alves

Dentre as Dez descobertas revolucionarias, o equipamento de Raios x ficou em primeiro lugar, sendo a principal do século, onde conseguiu observar, qualificar inumeras patologias do corpo humana, dentre as que se destacam são as fraturas e problemas respiratórios.

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