UNG | Ser Educacional
02 Junho
Festa dos Imigrantes
Oportunidade de vivenciar a cozinha de diversos países
Por Deborah Aparecida

Alunos de Gastronomia da UNG e interessados pela área, podem visitar o Museu dos Imigrantes, que fica na Rua Visconde de Parnaiba n 1316, na Mooca, que oraganiza a FESTA DO IMIGRANTE, com muita diversão e gastronomia  de mais de 20 países. Um local lindo, com muita história. Vale a pena a visita. Esse evento propicia a vivência dos alunos às diversas cozinhas do mundo, viajar sem sair de seu pais através da degustação. Finais de semana perfeitos. 

29 Abril
Gastronomia
Oficinas Profissionalizantes da Gastronomia
Por Deborah Aparecida

03 Abril
Gastronomia
Confira algumas curiosidades sobre o bacalhau
Por Deborah Aparecida

Talvez dentro da gastronomia não exista um ingrediente tão consumido, tão adorado mundialmente, mas que ao mesmo tempo poucas pessoas conhecem de fato a sua origem, se enganando ou confundindo na maioria das vezes. O bacalhau é um dos produtos mais consumidos do mundo, dono de uma história muito interessante, e ganhou adeptos por todos os lados.
Por mais que seja estranho dizer isso, a verdade é que o bacalhau não é um peixe. O bacalhau pode vir a ser vários peixes, desde que seja feito um processo de transformação com ele. Por mais que seja complexo e novidade para a maioria, é simples de compreender. Para se obter um bacalhau, existe um processo que é resultante da salga e secura de alguns peixes específicos, e que irão originar o bacalhau. São eles: Gadus morhua (cod), ling, saithe e zarbo. Ou seja, o bacalhau fresco na teoria não existe, e na prática é apenas um peixe comum, sem o sabor marcante que é resultado da cura e da secagem.
 
O bacalhau é um produto bastante antigo, e foram os “vikings” os seus criadores. O fato dos vikings ficarem meses viajando, foi combustível para inventar um meio de conservação para o alimento. O processo de secagem do peixe naquela época era feito ao ar livre, e depois disso era levado para longas viagens, sendo consumido aos poucos sem o risco de estragar. O sal “apareceu” no processo por volta do ano 1000 d.C, pelos povos bascos.
 
O holandês Yapes Ypess é considerado o “pai do bacalhau”, pois foi ele quem criou a primeira indústria de transformação na Noruega. País pioneiro no planejamento da pesca em longo prazo. A cidade de Aslesund é considerada a capital mundial do bacalhau, pela quantidade de indústrias de transformação de bacalhau e muitos portos de exportação. A partir desse momento crucial, com o tempo a demanda por bacalhau no mundo aumento e muito, fazendo da Noruega o polo mundial de pesca e exportação do bacalhau.
 
Como já dito, com alguns peixes específicos se faz o bacalhau. Eles são “sangrados” ainda no barco de pesca para evitar que a carne escureça.  As indústrias de transformação do bacalhau recebem o peixe, fazem a limpeza, retiram a cabeça e colocam em uma cura de “sal traçado”. Esse processo de maturação do peixe dará características especiais como textura, cor e sabor diferenciados. O bacalhau verdadeiro é o do atlântico, com nome de Gadus morhua. As outras espécies como Ling, Saithe e zarbo, possuem qualidade inferior e existem em menor quantidade
Os portugueses tiveram papel importante e fundamental na história do bacalhau. Foram eles os primeiros a pescar, e a introduzir o produto na alimentação. A descoberta do bacalhau pelos portugueses veio na época das grandes navegações, onde eram necessários produtos que aguentassem as longas viagens sem estragar, e por esse motivo o peixe é um dos responsáveis pela expansão do velho mundo.  Apesar de ser símbolo do país, Portugal importa todo o bacalhau que é consumido, pela enorme dificuldade em pesca-lo.
 
Praticamente todo bacalhau que chega a terras portuguesas chega “verde”, ou seja, sem passar por nenhum processo. Nas indústrias de transformação do bacalhau, o peixe passará por um processo de secagem artificial de 24 a 100 horas (dependendo do tamanho), onde a temperatura varia de 18º a 24º graus, e por uma cura que pode variar de 3 a 6 meses, levando-se em consideração, que quanto maior o tempo, melhor a qualidade do bacalhau. A carne do bacalhau seco possui 0% de gordura e até 80% de concentração de proteínas, sendo importante ressaltar que ela nunca deve ser congelada antes de ser dessalgada.
 
É fundamental entender essa questão do bacalhau e sua origem. Assim como “bacalhau do porto” (nome muito usado aqui no Brasil), na verdade é da Noruega, mas é chamado assim por ser maior em relação aos outros, de alta qualidade e bem mais caro. Ao comprar um bacalhau, é importante certificar que o peixe está bem firme e seco, evitando ao máximo partes moles e úmidas.
 
E para concluir, a famosa frase “nunca vi cabeça de bacalhau” não poderia deixar de ser explicada. Ela existe, porém é retirada na indústria e salgada como o restante do peixe. Possui mercado em vários países, e segundo os noruegueses, essa parte que eles consideram a mais saborosa do peixe, não tem mercado no Brasil.
 
Fontes de pesquisa: Revista Super Interessante, gp1.com.br, IG comidas e Globo Mar.
 

 

 

27 Março
Gastronomia
Esculturas em frutas e legumes
Por Deborah Aparecida

O Curso de Gastronomia recebeu a visita do Chef Reginaldo Aquino, chef do Serhs Natal Grand Hotel , para uma aula de escultura em frutas e legumes.

Foi uma ótima oportunidade de aumentar o conhecimento observando a experiência deste profissional renomado no mercado local. 

24 Março
APAE
Dia Internacional da Síndrome de Down - Gastronomia
Por Deborah Aparecida

O último dia 21 de marçomarcou um momento de importante reflexão e debate. O Dia Internacional da Síndrome de Down existe para conscientizar a população sobre o tema.

Na ocasião, ao redor do mundo, inúmeras atividades como palestras, debates ou até mesmo, a reflexão pessoal de cada um, serviu como ferramenta contra a discriminação e o preconceito.

Confira, no vídeo, como os alunos de Gastronomia promoveram uma tarde de aprendizado e diversão junto à instituição APAE. 

11 Janeiro
Capacita
Cursos gratuitos em Gastronomia
Por Deborah Aparecida

A Gastronomia da UnG  está oferecendo sete curso de três horas de duração dos dias 24 a 31/1, entre no site www.extensao.ung.br e faça sua inscrição.

Confira a programação:

24/1 - Massas frescas e 2 molhos tradicionais

25/1 - Panificação - focaccia e brioche

26/1 - Bolo com pasta americana

27/1 - Gnocchi em duas versões e dois molhos

30/1 - Caipirinha - bebida e história

31/1 - Petit four doce

 

 

04 Janeiro
Guarulhos
Produções de Alunos de Gastronomia
Por Deborah Aparecida

Os alunos de Gastronomia estão sendo preparados para comandar uma cozinha profissional e preparar o que há de melhor em termos de culinária nacional e internacional.

A produção dos estudantes é intensa. Na foto, abaixo, podemos ver um Robalo defumado com ovo mollet e chips de mandioquinha.

 

02 Janeiro
GASTROUNG
Disputa entre alunos
Por Deborah Aparecida

O curso de Gastrionomia da UNG estimula seus alunos a desenvolver suas habilidades e criatividade. Umas das ações desenvolvidas é o GASTROUNG, uma competição que elege a melhor receita entre os estudantes.

Todo ano fazemos um concurso entre os alunos, o prato da foto foi o vencedor da primeira disputa entre seis alunos. Ficamos realmente muito satisfeitos pois o estudante consegiu mostrar seu desenvolvimento no curso.